NÃO DAR TAFULHO - não resolver a situação
É adorável conversar !
Viver é uma concessão. Saber viver um direito. Felicidade uma busca . Ser feliz é consequência de se aprender a viver . (Não me lembro do autor!)
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Expressões (1)
Na fraqueza da lua - durante o quarto minguante da lua
Na força da lua - durante o quarto crescente da lua
Na força da lua - durante o quarto crescente da lua
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Piqueniques
Bolos de batata...eram tão bons!!! Fazia-os a minha avó quando iamos de piquenique para as Pedras Salgadas. Sentávamo-nos debaixo do imenso arvoredo, fresquinho. As imagens são turvas. Estavam lá ela e o avô com o seu chapéu. E com a tia ia depois apanhar umas flores brancas que se deixavam secar. Lembro-me de as ver desde sempre em casa dos avós. Experimentei a água termal. Podia-se beber. Não creio que tenha achado muita piada ao sabor. Não fazia mal, tinha os bolos de batata! E o piquenique valia por tudo, mas sem dúvida que uma grande parte do prazer vinha das delicias da minha avó.
Comecei com ela este hábito de ouvir com mais atenção alguma frase ou olhar de vez em quando para alguém e fotografar mentalmente esse momento. Para mais tarde recordar essa pessoa assim. Gravei-a uma vez a deitar-se, tinha posto uns ganchinhos no cabelo. Parecia uma menina de cabelos brancos. Tão menina que estava! Ou um telefonema em que me dizia não importa onde o que interessa é que estejas bem ou feliz. Foi uma menina mimada na sua familia e uma mulher mimada no casamento. As coisas tinham que ser como ela queria ou achava melhor. E se calhar estava bem assim, porque até Deus lhe deu a morte que ela queria.
Também havia as trouxas de bacalhau...hmmmm!!! Que petisco! E a broa frita ao jantar com um ovo estrelado. O arroz de frango, os bolos de bacalhau. Únicos! O leite do pequeno-almoço nas chávenas castanhas e o pão, papo seco, do lanche que só sabia assim na casa dela. Incutiu-me o gostinho de um lanche na confeitaria. A escolha era sempre a mesma e também isso ficou. Por isso é que de vez em quando vou lanchar sozinha e peço uma torrada (fatias de pão altas) e um galão. E assim já não estou sozinha. Estou acompanhada pela minha avó.
Comecei com ela este hábito de ouvir com mais atenção alguma frase ou olhar de vez em quando para alguém e fotografar mentalmente esse momento. Para mais tarde recordar essa pessoa assim. Gravei-a uma vez a deitar-se, tinha posto uns ganchinhos no cabelo. Parecia uma menina de cabelos brancos. Tão menina que estava! Ou um telefonema em que me dizia não importa onde o que interessa é que estejas bem ou feliz. Foi uma menina mimada na sua familia e uma mulher mimada no casamento. As coisas tinham que ser como ela queria ou achava melhor. E se calhar estava bem assim, porque até Deus lhe deu a morte que ela queria.
Também havia as trouxas de bacalhau...hmmmm!!! Que petisco! E a broa frita ao jantar com um ovo estrelado. O arroz de frango, os bolos de bacalhau. Únicos! O leite do pequeno-almoço nas chávenas castanhas e o pão, papo seco, do lanche que só sabia assim na casa dela. Incutiu-me o gostinho de um lanche na confeitaria. A escolha era sempre a mesma e também isso ficou. Por isso é que de vez em quando vou lanchar sozinha e peço uma torrada (fatias de pão altas) e um galão. E assim já não estou sozinha. Estou acompanhada pela minha avó.
O avô e os avós paternos ficam para outro dia.
sábado, 21 de abril de 2012
Definição (3)
NOSTALGIA - sentimento de tristeza motivado por profunda saudade, especialmente de quem se sente estranho, longe da pátria ou do seu lar.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Ir
O que fazer quando sabemos que queremos andar, caminhar, mas não sabemos para onde nem porquê?
E lá vamos. Escadinhas. Canadas (caminhos estreitos, não necessariamente com canas). Casas antigas.
Caves, as do vinho que é feito com uvas do Douro e afluentes armazenado em Gaia e tem o nome da cidade ao lado o Porto.Descendo. Subindo, subindo. Uma paragem num terraço. Descendo, a Ferreirinha. Uma visita regada com uma pedra preciosa, o Ruby e um fresco branco.
O rio Douro e o velho casario do Porto, como se falava numa canção.
A hora do encontro com a boleia está a chegar. Há que subir e seguir num meio mais rápido, o Metro.
Encontrar a mãe e contar que afinal queria descobrir Gaia, a antiga, e voltar a entrar numa cave, que já não me lembrava como era.
Aceitamos uma boleia. Aceitamos a dica do agradável cafezinho para um reconfortante pequeno-almoço. Começamos. Como se estivessemos perdidos mas não estamos, porque na realidade não temos o objetivo de chegar a sitio algum, logo não nos enganámos, não nos perdemos de coisa alguma. Estamos ali simplesmente. E depois ali e acolá. Decidimos ir por aqui mas por acaso olhamos para a direita e parece interessante esta ruela aqui.
E lá vamos. Escadinhas. Canadas (caminhos estreitos, não necessariamente com canas). Casas antigas.
Caves, as do vinho que é feito com uvas do Douro e afluentes armazenado em Gaia e tem o nome da cidade ao lado o Porto.Descendo. Subindo, subindo. Uma paragem num terraço. Descendo, a Ferreirinha. Uma visita regada com uma pedra preciosa, o Ruby e um fresco branco.
O rio Douro e o velho casario do Porto, como se falava numa canção.
A hora do encontro com a boleia está a chegar. Há que subir e seguir num meio mais rápido, o Metro.
Encontrar a mãe e contar que afinal queria descobrir Gaia, a antiga, e voltar a entrar numa cave, que já não me lembrava como era.
Hoje há crepes
Recheados com chocolate derretido, mel ou uma mistura de legumes, vão sempre bem. Ao pequeno-almoço, lanche ou simplesmente porque sim, quero um!
Se pesquisarmos por aí encontraremos algumas variantes da massa. Deixo aqui um que gostei particularmente.
Se pesquisarmos por aí encontraremos algumas variantes da massa. Deixo aqui um que gostei particularmente.
150g de farinha
3 ovos
1 colher de azeite
2,5 dl de cerveja
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