Aceitamos uma boleia. Aceitamos a dica do agradável cafezinho para um reconfortante pequeno-almoço. Começamos. Como se estivessemos perdidos mas não estamos, porque na realidade não temos o objetivo de chegar a sitio algum, logo não nos enganámos, não nos perdemos de coisa alguma. Estamos ali simplesmente. E depois ali e acolá. Decidimos ir por aqui mas por acaso olhamos para a direita e parece interessante esta ruela aqui.
E lá vamos. Escadinhas. Canadas (caminhos estreitos, não necessariamente com canas). Casas antigas.
Caves, as do vinho que é feito com uvas do Douro e afluentes armazenado em Gaia e tem o nome da cidade ao lado o Porto.Descendo. Subindo, subindo. Uma paragem num terraço. Descendo, a Ferreirinha. Uma visita regada com uma pedra preciosa, o Ruby e um fresco branco.
O rio Douro e o velho casario do Porto, como se falava numa canção.
A hora do encontro com a boleia está a chegar. Há que subir e seguir num meio mais rápido, o Metro.
Encontrar a mãe e contar que afinal queria descobrir Gaia, a antiga, e voltar a entrar numa cave, que já não me lembrava como era.





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